Eu não matei a minha sogra!

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Thomaz Caspary*

O Presidente Roosevelt dos Estados Unidos em certa ocasião queria testar o impacto de suas palavras com relação a atenção das pessoas ao exclamar em uma reunião "Hoje eu matei a minha sogra". Poucos se detiveram nestas palavras. Seria normal um Presidente dos USA matar a sua sogra e em seguida discursar para uma platéia? Como disse antes, somente poucos se detiveram para prestar atenção nestas palavras.

É o que também acontece conosco. Somos a cada instante bombardeados por informações, seja pelo jornal, pelo radio ou TV ou mesmo pela Internet, além de ouvir a cada momento milhares de palavras ditas aos telefones celulares. Devemos prestar atenção a tudo o que ouvimos? Certamente iremos descartar a maior parte das informações, não levando em conta se são importantes ou não para nossa empresa. Ficamos então com a pergunta no ar, se devemos realmente prestar atenção a todo tipo de informação que nos circunda. A resposta, sem o mínimo de receio de errar é: nas informações simples, que nos agradem e sejam dignas de serem absorvidas e implementadas a atenção será total. Você por acaso encaminha aos teus amigos TODAS as mensagens de e-mail que recebe? Certamente não. Faz uma filtragem ou nem isso, "deleta" antes de ler. Este artigo seria só mais um entre tantos que você lê diariamente, não fosse a piada que se segue.

Um caso de Gestão Empresarial

Um casal de namorados estava caminhando, quando ao passar em frente a uma obra os pedreiros gritaram: "Ô cara! Não fica aí só passeando com a garota! Leva ela para um lugar escuro e beija ela!".

O rapaz, bastante envergonhado, segue seu caminho com a namorada e passam por um parque onde se encontram vários aposentados batendo papo e ao vê-los começam a gritar: "De mãozinha dada com a garota? Você deveria levá-la a um Motel. Parece um boiola".

O rapaz cada vez mais envergonhado levou a namorada para casa e se despede com um beijo na testa dela dizendo: "Até amanhã meu amor".

A moça lhe responde: "Até amanhã, sua bicha surda!".

Conclusão:

Escute e ponha em prática os conselhos úteis que lê ou que ouve dos consultores externos. Normalmente são pessoas com experiência. Se não fizer isso, sua imagem e gestão empresarial poderão ser seriamente afetadas.

Estamos iniciando mais um ano e as previsões são bastante otimistas, do ponto de vista comercial e de lucratividade. Evidentemente teremos que rever nossa posição frente ao mercado, à tecnologia e às exigências de nossos clientes. Deveremos nos preocupar não só com o desempenho externo de nossas empresas, mas, e principalmente, com os nossos objetivos organizacionais. Teremos que estudar nosso relacionamento societário e familiar, frente aos problemas da empresa, verificando se tudo corre às mil maravilhas. Em caso contrário, devemos procurar ajuda, por exemplo, através de uma mediação profissional. Importante também reprisar a necessidade de treinamento em todos os níveis, principalmente por parte do empresário que deve estar "up to date" com as novas tendências dos recursos humanos, do mercado competitivo, dos custos, da tecnologia gráfica, enfim, de tudo o que necessita para a gestão lucrativa da empresa.

A dica de hoje: Você tem que estar ciente de que não vende impressos ou serviços gráficos. Você vende soluções para um problema. O problema do cliente! É lógico então que só irá vender esta solução para o cliente que estiver necessitando dele. Quem é este cliente? Onde está este cliente? Esta simples maneira de pensar pode ajudar você em 2005! Pense nisso. Sucesso!

* Thomaz Caspary é consultor de empresas e diretor da Printconsult.
(11) 3167-6939
E-Mail: tcaspary@uol.com.br
Site: www.printconsult.com.br

 

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